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Porto de Galinhas: dicas de viagem e o que fazer na região

Saiba tudo sobre Porto de Galinhas! Confira as dicas sobre o que fazer na região, incluindo informações sobre as piscinas naturais e as praias.

É fácil entender por que Porto de Galinhas, em Pernambuco, é um dos destinos mais desejados do Nordeste brasileiro. O charme a e infraestrutura da vila, somados às praias de águas calmas e agitadas contribuíram para a fama do lugar. No entanto, foram as piscinas naturais que colocaram Porto de Galinhas no mapa turístico.

E quem visita a vila, pertencente ao município de Ipojuca, provavelmente não imagina a origem do nome. No passado, africanos escravizados vinham escondidos em navios que traziam galinhas d’angola. Para avisar que a “mercadoria” estava disponível, dizia-se que “havia galinha nova no porto”.

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O nome permaneceu, mas Porto de Galinhas hoje é outra! De dia, você irá se apaixonar pela possibilidade de alimentar peixes em seu habitat natural. De noite, o agito dos restaurantes e dos barezinhos vai te contagiar. E as dezenas de galinhas esculpidas em troncos de coqueiros garantirão ótimas fotos para o Instagram. Aliás, duvidamos que você volte para casa sem ao menos um souvenir com formato ou estampa de galinha! Confira nesse post todas as informações necessárias para sua viagem a Porto de Galinhas, como chegar, quando ir, o que fazer, onde se hospedar e onde comer na famosa praia pernambucana!

Como chegar a Porto de Galinhas

Porto de Galinhas fica a 60 km da capital pernambucana. Por isso, basta comprar suas passagens aéreas para Recife e de lá seguir rumo ao destino final.

_Foto: Cleferson Comarela_

É possível alugar um carro ou contratar um tranfer (R$ 120-140 por carro) e chegar à vila em 1 hora. De ônibus, é a Viação Vera Cruz que opera o trajeto, com direito a uma parada para embarque no aeroporto. A passagem custa R$ 15,60 e a viagem leva cerca de 1h30.

Quando ir a Porto de Galinhas

O calor é onipresente em Porto de Galinhas, mas é a chuva que pode acabar sendo inconveniente na sua programação. De abril a julho o índice pluviométrico é mais alto nesse pedacinho do Nordeste, mas são nesses meses também que os preços diminuem consideravelmente. De outubro a fevereiro o sol dá as caras com mais frequência, embora isso também signifique aumento no valor das diárias e no cardápio dos restaurantes.

O que fazer em Porto de Galinhas

Piscinas naturais

As piscinas naturais que se formam em meio aos arrecifes são a principal razão do sucesso de Porto de Galinhas. Para ter uma melhor experiência, é importante fazer o passeio durante a maré baixa. O nível muda diariamente, por isso é importante consultar a tábua de marés para ter certeza de que o passeio será realizado no melhor horário possível; as jangadas costumam sair 2 horas antes disso.

Depois de apenas 15 minutos na jangada, chega-se à área dos arrecifes. Logo você já avista uma piscina natural com formato semelhante ao território do Brasil, em seguida, entra em outra onde é possível alimentar os peixinhos – diversão para jovens de 8 a 80 anos! – e numa terceira tem a chance de apenas mergulhar sem pressa. A água cristalina é um convite e tanto para observação da vida marinha, assim, não esqueça o snorkel.

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Praias de Porto de Galinhas

A Praia da Vila, local de onde partem as jangadas rumo às piscinas naturais, é a praia central e de mais movimento, embora seja preciso se distanciar um pouco do burburinho para poder aproveitar sem grande estresse.

De norte a sul existem outras ótimas praias que você pode conhecer em um passeio de buggy. Chamado de Ponta a Ponta pelas agências, é a maneira mais tradicional de visitá-las em um único dia.

Se você gostou das piscinas naturais e está em busca de outro lugar de águas muito calmas para ficar mais tempo, esse lugar é Muro Alto, 12 km ao norte da vila. O arrecife localizado a poucos metros da beira é o responsável pelo agradável mar estilo piscininha.

Quase toda extensão de Muro Alto é tomada por resorts, por isso, a faixa de areia disponível para demais banhistas é pequena e bastante movimentada.

_Foto Cleferson Comarela_

O trecho que liga a Praia da Vila até a Praia de Muro Alto é chamado de Praia do Cupe. O mar é bastante agitado e a praia não oferece muito estrutura. Esse cenário muda quando se chega ao Pontal do Cupe, um pedacinho mais 8 km ao norte, que por estar protegido por um arrecife, forma piscinas naturais. Como não costuma integrar o roteiro dos passeios de buggy, recebe menos visitantes que as demais.

Na outra direção, 3 km ao sul da vila, fica Maracaípe, praia extensa, de mar aberto e sem muita infraestrutura, que se tornou ponto de encontro dos surfistas da região.

Se você não pretende pegar onda, pode ser mais interessante ir até o Pontal do Maracaípe, marcado pelo encontro do mar e do rio. De lá, aonde só se chega a pé ou de buggy, partem jangadas rumo ao manguezal.

Alguns quilômetros mais ao sul, está Serrambi, praticamente uma praia particular para os resorts que se encontram por ali. Esse trecho como um todo costuma ser pouco explorado, já que não existem quiosques e o buggies não levam até lá. Se vier por conta, lembre-se de trazer algo para beliscar.

Cavalo-marinho

O final da tarde é bastante disputado no Pontal de Maracaípe, já que é por volta desse horário que saem as jangadas em direção ao manguezal. A finalidade é apenas uma: ver um cavalo-marinho.

É que, ao longo do percurso, o jangadeiro captura um desses peixes para que você possa vê-lo de perto. Ao final do passeio, devolve o cavalo-marinho ao mar. O Projeto Hippocampus, que tem por finalidade a preservação e conservação do cavalo-marinho, pode ser um passeio enriquecedor para quem se interessa pelo assunto. Na sede do projeto, localizada no centro da vila, tem-se a oportunidade de conhecer diferentes aspectos acerca desse peixe que habita toda a costa brasileira.

Atelier do Carcará

As simpáticas galinhas esculpidas em troncos de coqueiros estão espalhadas por toda a vila – algumas indicando a direção de um certo restaurante ou hotel, outras fazendo referência a alguma celebridade.

Não importa o que foi esculpido, todas são resultados do trabalho do mesmo exímio artista: Gilberto Carcará.

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Na PE-009, no Km 7, entre a Praia da Vila e a Praia do Cupe, fica o Atelier do Carcará, local onde há quase 20 anos o artista olindense faz sua arte. Ter a chance de vê-lo em ação e de entender mais sobre o seu trabalho é uma oportunidade imperdível. Recentemente, doze de suas obras (e não são apenas as galinhas!) ganharam uma exposição permanente na Praça das Esculturas, local de acesso às piscinas naturais.

Passeios na região

A estadia em Porto de Galinhas pode servir para conhecer também algumas outras praias da região, a começar pela Praia dos Carneiros, sem dúvidas uma das praias mais bonitas do Brasil.

Aproveite a curta distância (apenas 50 km ao sul), para se banhar nesse incrível encontro do Oceano Atlântico e do Rio Formoso e para fazer suas fotos em frente à igreja pé na areia mais famosa do país.

A meros 35 km ao norte está a Praia das Calhetas, no Cabo de Santo Agostinho, considerada uma das melhores praias do sul de Pernambuco. A praia é dividida em duas (uma com águas mais calmas e outra com águas mais agitadas), ambas cercadas pela vegetação verde. A tirolesa na parte esquerda é excelente maneira de avistar o lugar a partir de outra perspectiva. Evite ir aos finais de semana, quando Calhetas costuma ficar lotada.

Está com vontade de conhecer um lugar menos visado? Pois bem, nesse caso, a Ilha de Santo Aleixo pode ser excelente pedida. Para chegar é necessário ir até Barra de Sirinhaém, 37 km ao sul de Porto de Galinhas, e, de lá, seguir de lancha até a ilha. O destino final é um território de origem vulcânica, de apenas 36 hectares, onde duas praias de águas calmas e transparentes esperam você para o banho.

Para muitos viajantes, Porto de Galinhas costuma ser parte de um roteiro pela região. Com frequência, começa com alguns dias no Recife, a capital pernambucana que reserva muito o que fazer. Para quem gosta mesmo é de praia, pode ser uma possibilidade para integrar uma rota de carro pelo Nordeste ou, mais especificamente, para uma viagem pelas melhores praias de Alagoas e de Pernambuco.

Onde se hospedar em Porto de Galinhas

Quem pretende conhecer Porto de Galinhas sem fazer altos investimentos em hospedagem deve procurar por lugares como o Galinha D’Angola Hostel que oferece diárias por R$ 50. Os quartos compartilhados possuem ar-condicionado, banheiro privado e armário individual. No hostel, o terraço, a piscina e o café da manhã já incluso servem como bons diferenciais.

Casais em busca de mais privacidade encontram dezenas de pousadas confortáveis e de bom preço. Uma delas é a Pousada Casamar, cujos quartos são equipados com ar-condicionado, ventilador de teto, TV e frigobar. A área externa da pousada oferece espaços à sombra e várias redes para os momentos de descanso. Diárias a partir de R$ 180 por quarto.

Se a ideia é encontrar um lugar com infraestrutura de primeira, o Porto de Galinhas Praia Hotel pode ser excelente ideia. Mais afastado da área central, o hotel é equipado com jardins, piscinas, área lounge, sala de leitura e espaço kidfriendly. Os quartos, bastante espaçosos e com vista para o mar, possuem camas king size, ar-condicionado e frigobar; diárias a partir de R$ 400.

Onde comer em Porto de Galinhas

Pratos típicos da cozinha nordestina, frutos do mar e o melhor da culinária internacional. Você tem a chance de encontrar todas essas possibilidades – e em todos os preços – em Porto de Galinhas.

O Restaurante Peixe na Telha é um dos mais conhecidos, já que fica em frente às piscinas naturais e oferece saborosas opções com pescados. No movimentado Barcaxeira, a macaxeira é o carro-chefe do cardápio, especialmente em sua versão gratinada (escondidinho), servida em três tamanhos e com diferentes recheios (o de carne de sol e o de camarão recebem elogios). Para quem não abre mão de frutos do mar, vale experimentar o premiado prato pescada do engenho: filé de peixe com alcaparras e mel flambado na cachaça.

Frutos do mar

Quando estiver em busca de uma experiência de alta gastronomia, o Domingos e seus elaborados pratos podem ser uma excelente possibilidade. De entrada, peça trouxinhas do mar (recheadas com marisco, camarão, linguiça e molho mostarda), de prato principal, salmão do chef (filé de salmão grelhado com molho de maracujá, arroz de açafrão e batata dourada), e, de sobremesa, petit gateau.

Não quer errar na hora do jantar? Vá de comida italiana! O La Tratoria costuma ter fila de espera, graças à combinação entre boa comida e ambiente aconchegante. Dentre a variedade de opções de macarrão, lasanha, massas recheadas e risotos, vá de fetuccinne camponata, servida com camarão e molho de espinafre aos três queijos.

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