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Dicas de segurança no Rio de Janeiro para uma viagem sem estresse

Não carregar objetos de valor, evitar o Centro à noite e ter cuidado com os taxistas. Veja essas e outras dicas de segurança no Rio de Janeiro para ter uma estadia tranquila, após encontrar os voos mais baratos para a sua viagem!

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Destino popular entre estrangeiros e brasileiros, o Rio de Janeiro desperta o interesse por sua privilegiada natureza e infinidade de atrações. Aqui é possível passar o dia nas praias, em parques ou em museus, e curtir a noite num bar, num show ou num teatro. Mesmo diante de tantas possibilidades, surge a questão da segurança e a pergunta: o Rio de Janeiro é perigoso?

A capital fluminense talvez não seja mais perigosa que qualquer outra grande cidade brasileira. No entanto, a visibilidade que o Rio detém, em função de sua importância econômica e turística, torna a cidade sempre motivo de notícia – para o bem e para o mal.

Se a segurança pública é um problema comum a praticamente todos os grandes centros urbanos, no Rio talvez seja um pouco pior em virtude dos conflitos relacionados ao tráfico de drogas que fazem parte da cidade há anos.

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No dia a dia do turista, essa violência se faz presente principalmente na eminente possibilidade de um assalto. Porém, a chance de ser roubado no Rio de Janeiro dificilmente seja maior do que em São Paulo ou em Fortaleza, por exemplo. Exceto por algumas práticas mais comuns na cidade (leia a seguir), os cuidados que se deve tomar no Rio não são diferentes dos que se deve ter em qualquer outro lugar do mundo.

Não carregar muito dinheiro, evitar andar por áreas perigosas à noite e “não dar pinta de turista” são dicas válidas para uma visita à Cidade Maravilhosa e a toda e qualquer outra que se queira conhecer.

E para você viajar despreocupado, selecionamos algumas dicas de segurança no Rio de Janeiro. Confira!

1. Cuidados quando for à praia

A combinação entre metrópole e cidade à beira-mar é um dos fatores que tornam a Cidade Maravilhosa tão desejada. No entanto, curtir a praia, especialmente na Zona Sul, onde estão as praias mais famosas do Rio de Janeiro, como Copacabana, Ipanema e Leblon, exige certa cautela.

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Se possível, tente ir à praia durante a semana, além de estar mais tranquila, o risco de ser vítima de um arrastão é menor. Embora não tenha uma “regra”, esses roubos em massa normalmente ocorrem aos finais de semana e em feriados prolongados, especialmente no verão, quando as areias estão lotadas.

Além disso, vá à praia com o mínimo de dinheiro possível, levando basicamente o necessário para os seus gastos do dia, e sem objetos de valor, especialmente joias (você está na praia, por que ostentar?).

Caso esteja sozinho, na hora de mergulhar, deixe seus pertences com alguém que inspire confiança (sim, sempre há) ou considere a possibilidade de carregá-los em uma espécie de bolsinha impermeável presa à cintura.

2. Golpes no acesso ao Cristo Redentor

Atração nº 1 do Rio de Janeiro – quiçá do Brasil! –, o Cristo Redentor, no morro do Corcovado, é parada obrigatória para quem visita a cidade, pelo menos na primeira vez. Aqueles que não o conhecem podem ter dúvidas sobre a maneira de acessá-lo – afinal, chega-se ao Cristo a pé, de carro ou de trem? – e acabar caindo em golpes.

 

Nas ruas do Cosme Velho, bairro que dá acesso à atração, golpistas abordam turistas afirmando que o trem não está funcionando, tentando convencê-los a ir de van por um preço mais camarada – e que, no fim das contas, não sai mais barato.

Pois saiba que o acesso ao Cristo, tanto de van quanto de trem, tem preço tabelado: R$ 56, em dias de semana e na baixa temporada, e R$ 68 aos finais de semana e na alta temporada. A empresa oficial das vans, a Paineiras Corcovado, tem três pontos de embarque, Copacabana, Largo do Machado e Paineiras. Somente este último ponto de acesso é que sai um pouco mais barato (R$ 26/38), isso porque ocorre já na subida do morro, num ponto em que você precisa chegar por conta própria, seja de carro ou de táxi.

O ponto de embarque do Trem do Corcovado é por um acesso a partir da rua Cosme Velho. Mas atenção, a partir de julho, não será mais possível comprar o ingresso na hora, somente antecipadamente, o que pode ser feito tanto no site oficial quanto nos quiosques da Riotur, em Copacabana e no Centro.
E não acredite na conversa de possíveis golpistas, o trem funciona 365 dias por ano. Caso deixe de operar, você ficará sabendo – o Rio de Janeiro é sempre notícia, lembra?

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3. Cautela na ideia de visita à favela

Assim como as praias, as favelas são parte essencial da imagem do Rio de Janeiro. Pudera, de acordo com o Censo 2010 do IBGE, cerca de 1,3 milhão de pessoas – o que corresponde a 22% da população da cidade – vivem nessas aglomerações urbanas.

 

De uns anos pra cá, algumas favelas foram pacificadas, graças ao trabalho da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), o que fez surgir desde oferta de hospedagem no alto dos morros até a chamada Favela Tour, uma iniciativa que, ironicamente, é conhecida também como “safari carioca”. Se realmente você quiser visitar essas comunidades, integre um passeio como esse ou, então, vá acompanhado de alguém que more no local e conheça bem a região.

4. Centro do Rio somente durante o dia

Por ter sido capital do país por quase 200 anos e em três fases históricas – Colônia, Império e República – o Rio de Janeiro é um prato cheio para quem curte passeios culturais.

 

É no Centro da cidade que estão alguns lugares que marcam momentos importantes do Brasil, como o Mosteiro de São Bento, erguido no século 16 e ainda em funcionamento; o Paço Imperial, antiga residência de D. João VI e hoje um importante centro cultural; e o Theatro Municipal, palco de importantes manifestações artísticas desde sua inauguração, em 1909.

Como em toda cidade grande no Brasil, o centro do Rio deve ser evitado após o anoitecer e também aos sábados e domingos. Se tiver apenas o final de semana para curtir o Rio de Janeiro e fizer questão de passear pelo Centro, saiba bem a localização dos lugares que pretende conhecer para não ficar perambulando por ruas sem movimento, ou faça o passeio de táxi.

5. Lapa à noite, sem objetos de valor

Conhecido como o principal bairro boêmio da capital fluminense, a Lapa é o ponto de encontro de cariocas e de turistas interessados em tomar um chope, provar um petisco e curtir uma roda de samba. Dois lugares que traduzem bem esse espírito são o Rio Scenarium e o Carioca da Gema, bares onde rolam shows de samba quase todos os dias da semana.

Como, infelizmente, a Lapa não está livre de assaltos, evite andar sozinho por aqui à noite e, ao percorrer o bairro, o faça sem carregar objetos de valor. Aliás, isso vale para todas as regiões da cidade.

 

Durante o dia, os lugares que atraem visitantes são os Arcos da Lapa, aqueduto construído no século 18, um dos símbolos do Rio de Janeiro, e a Escadaria Selarón, obra do artista chileno Jorge Selarón composta por pequenos ladrilhos coloridos e que liga a Rua Manuel Carneiro, na Lapa, à Rua Joaquim Silva, em Santa Teresa.

Mesmo sendo pontos bastante turísticos, é bom ter cuidado na hora de visitá-los, evitando de vir aqui após o entardecer e não dando bobeira com câmeras ou celulares na mão.

6. Cuidado com taxistas

Em destinos turísticos, não é raro taxistas desonestos se aproveitarem da falta de conhecimento dos passageiros para cobrar mais caro. O Rio de Janeiro não é exceção.
Peça sempre para utilizar o taxímetro porque com a famigerada prática do preço fechado é bem possível que o valor pedido seja mais alto do que a real tarifa.

 

Fique de olho no trajeto escolhido pelo motorista, algo que, mesmo sem conhecer a cidade pode ser feito com o auxílio do GPS ou de algum aplicativo de trânsito. Para evitar esses desgastes, na medida do possível, peça indicação de taxista no hotel (a chance de ser extorquido deve ser menor), e pergunte previamente uma estimativa da corrida.
Lembre-se de que Uber e outros aplicativos de carona compartilhada são sempre uma boa possibilidade.

7. Atenção aos assaltos

Em termos de roubos, talvez exista mais chance de o turista ser vítima de uma abordagem repentina do que de um assalto à mão armada. Além dos arrastões, essa é uma prática um tanto quanto comum no Rio, em especial nos calçadões à beira-mar da Zona Sul.

 

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A pé ou de bicicleta, o assaltante surge de repente e arranca o que o pedestre tiver de valor, seja corrente, relógio, celular, câmera ou óculos de sol.
Fique esperto porque isso também pode acontecer dentro dos ônibus: o passageiro sentado à janela e o ladrão na calçada. Assim, por mais estonteante que o visual da Cidade Maravilhosa seja, evite contemplá-la de modo muito distraído.

8. Deixe o carro em casa

As principais atrações do Rio podem facilmente ser acessadas utilizando transporte público e, ainda que não tão abrangente como o esperado, o metrô atende parte da Zona Sul e do Centro, áreas que concentram boa parte do que certamente você pretende visitar, e os ônibus chegam a todos os cantos da cidade.

 

Além de ter um trânsito caótico, já avaliado como o 3º pior do mundo, o Rio apresenta algumas “pegadinhas”, como ter vias onde os assaltos a carros são mais comuns, caso da Linha Vermelha, por exemplo. Sem conhecer muito bem a realidade do tráfego, melhor mesmo é circular de outras maneiras.

Essas são apenas algumas dicas de como tomar certos cuidados em uma viagem ao Rio de Janeiro. Converse com quem já visitou a cidade, mas, principalmente, com quem mora no Rio – nada melhor que os habitantes locais para saber que lugares são ou não perigosos. Se já visitou o Rio de Janeiro e tem dicas para compartilhar, deixe um comentário!

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