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72h em Buenos Aires: o que fazer na capital argentina

Não é difícil se encantar por Buenos Aires. Os cafés, as dezenas de praças e a beleza arquitetônica dos edifícios antigos conferem uma atmosfera elegante à cidade, enquanto suas áreas revitalizadas, galerias de arte e centros de compras a situam como uma das capitais mais vibrantes da América Latina. Confira!

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Texto por Constance Laux, da Editora O Viajante

As atrações dessa metrópole são tantas que o ideal seria explorá-la por dias e dias. Muitos brasileiros, no entanto, aproveitam a proximidade do país vizinho – Buenos Aires está a apenas 3h de avião de São Paulo ou 1h45 de Porto Alegre – para descobrir a capital argentina em feriados ou mesmo em finais de semana prolongados.

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Apesar da grande dimensão urbana, os principais pontos turísticos estão concentrados numa área central, sendo até possível conhecê-los em três dias (mas ficará um gostinho de quero mais!).

Inteiramente plana, com quarteirões regulares (chamados pelos portenhos de manzanas), de em média 100 metros, a cidade é um convite para ser percorrida a pé. Confira a seguir dicas de Buenos Aires para uma estadia de 72h!

Dia 1 – Centro Histórico

A Plaza de Mayo, epicentro da vida política nacional e palco de grandes acontecimentos históricos, é um bom ponto de partida. Em seu centro se encontra a Pirámide de Mayo, monumento em homenagem à Revolução de Maio, que culminou na independência do país.

Ao redor, estão a Catedral Metropolitana, de fachada neoclássica e com um belíssimo piso de mosaico veneziano no interior; o Cabildo, antigo centro administrativo da colônia espanhola, hoje um museu histórico; o Palácio Municipal de Buenos Aires, antiga prefeitura; e o imponente edifício do Banco de la Nación Argentina.

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Aqui também está localizado um dos principais cartões-postais da cidade, a Casa Rosada, o palácio presidencial (aberto para visitas guiadas gratuitas nos sábados, domingos e feriados). Anexo a esta, encontra-se o moderno Museo del Bicentenário, que apresenta fotografias, pinturas e vídeos que recriam uma linha do tempo dos distintos períodos políticos do país – vale conhecer.

Da praça, siga pela Avenida de Mayo ao longo de dez quadras em direção ao Congresso Nacional, dono de uma impressionante cúpula.

No caminho, confira o Palacio Barolo, que nos anos 1920 foi o edifício mais alto da América do Sul, e o centenário Café Tortoni, ponto de encontro de intelectuais e célebres boêmios, como o escritor Jorge Luis Borges e o cantor de tango Carlos Gardel (hoje, no entanto, é mais frequentado por turistas). Apresentações de tango ocorrem diariamente aqui, no subsolo, a partir das 20h, pago à parte.

Siga para o Obelisco, monumento de 67 metros de altura, localizado no cruzamento entre as avenidas Corrientes e 9 de Julio, esta a via mais larga do mundo. Visite o Teatro Colón, uma singular casa de ópera em estilo eclético – se possível, assista a um espetáculo de ópera, dança ou música erudita; se não, faça pelo menos o tour guiado.

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Caminhe pela rua Lavalle em direção à rua Florida: essas duas vias para pedestres são o eixo da região central. Mesmo que você não queira fazer compras, vale passear por aqui e conferir o comércio de rua.

Não deixe de passar nas Galerias Pacífico, um centro comercial luxuoso, com um belíssimo teto abobadado ilustrado por afrescos. No segundo andar funciona o Centro Cultural Borges, que oferece, além de uma programação artística variada, apresentações de tango.

Se tiver tempo e quiser descobrir mais da parte histórica de Buenos Aires, explore a Manzana de las Luces, um quarteirão entre as ruas Alsina, Moreno, Bolivar e Peru que recebeu este nome em alusão ao Iluminismo por causa das instituições intelectuais que ali existiam, como a Universidad de Buenos Aires.

Ou então siga direto para Puerto Madero, antiga zona portuária revitalizada, hoje repleta de bares e restaurantes. Passear pelo seu calçadão à beira do canal é um dos programas mais legais para um fim de tarde na cidade. Não deixe de conferir a Puente de la Mujer, obra do premiado arquiteto espanhol Santiago Calatrava.

Dia 2 – Recoleta e Palermo

No segundo dia de viagem, explore a Recoleta, bairro que sintetiza todas as analogias entre a capital portenha e as cidades europeias: caminhando por suas avenidas arborizadas, você encontra edifícios no estilo belle époque, lojas de grifes internacionais, bons restaurantes e importantes museus.

 

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Perca-se pelas ruas do bairro, mas não deixe de fora do caminho seus principais pontos turísticos: o Cementerio de la Recoleta, o mais famoso cemitério do país, dono dos mausoléus da aristocracia argentina, incluindo o célebre túmulo de Evita Perón; o Museo Nacional de Bellas Artes, com a maior coleção de arte do país; e a Basílica Nuestra Señora del Pilar, que fazia parte do Convento dos Padres Recoletos, ordem franciscana que deu nome ao bairro.

Outro ponto imperdível é o El Ateneo, uma das livrarias mais bonitas do mundo, abrigada num antigo teatro.

Para ir além, visite também o Centro Cultural Recoleta, instalado em um prédio do século 18, e percorra a Avenida Alvear, cujos quarteirões reúnem embaixadas, palacetes urbanos e lojas de grife. Nessa via fica o Hotel Alvear, o Copacabana Palace portenho.

Siga para Palermo, mais especificamente para o Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires (Malba), cuja arquitetura moderna é tão atrativa quanto as obras de Frida Kahlo, Diego Rivera, Candido Portinari e Tarsila do Amaral (com seu clássico “Abaporu”, símbolo do modernismo brasileiro) aqui encontradas.

 

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A uma curta caminhada, o Parque 3 de Febrero, conhecido popularmente como Bosques de Palermo, abriga uma extensa área verde cercada por diversos lagos e jardins. Destaque para o charmoso Jardim Japonês e para o Rosedal, com centenas de espécies de rosas.

Termine o dia no Palermo Soho, região repleta de lojas, bares e cafés descolados, além dos melhores restaurantes da cidade. Se for de táxi, desça na Plaza Armenia – essa é a uma das áreas mais charmosas do bairro.

Dia 3 – San Telmo e La Boca

Caso seja esta uma manhã dominical, comece por San Telmo para um dos programas mais bacanas da cidade: a feira de antiguidades na Plaza Dorrego. Centenas de barracas tiram do fundo do baú vasos de porcelana, conjuntos de xícaras lascadas e discos de vinil – tudo, obrigatoriamente, anterior a 1970.

 

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Em outros dias da semana também vale circular pelo bairro, nem que seja para cumprimentar a Mafalda: a genial criação do Quino ganhou uma estátua na esquina das ruas Chile e Defensa, em frente ao prédio onde o cartunista vivia.

Siga para o bairro La Boca, antiga zona portuária onde se encontra o Caminito, uma pitoresca rua de grande valor cultural, hoje o ponto mais turístico de Buenos Aires. Suas casinhas de madeira e chapas de zinco foram pintadas por um grupo de artistas na década de 50, dando vida a um bairro então decadente.

 

Um tango homônimo, composto em 1926, ajudou a popularizar a ruela, na qual hoje artesãos expõem suas peças e dançarinos caracterizados envolvem turistas para uma fotografia de recordação.

Um dos principais pontos turísticos no bairro é La Bombonera, o estádio de futebol do Boca Juniors, que abriga o Museo de la Pasión Boquense, museu multimídia dedicado à história centenária do clube que revelou Maradona.

Aqueles que preferem programas culturais, podem visitar a Fundación Proa, um centro cultural com exposições temporárias, ou o Museo Quinquela Martín, instalado na casa-ateliê de um dos artistas responsáveis por renovar La Boca.

 

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