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O que fazer no Rio de Janeiro para curtir a cidade como um carioca

Para curtir o Rio de Janeiro como um carioca, separamos dicas sobre o que fazer na Cidade Maravilhosa, com sugestões para desbravar quatro regiões do destino. Confira!

Destino turístico número 1 do Brasil, o Rio de Janeiro atrai viajantes interessados em conhecer essa vibrante metrópole à beira-mar, cercada por uma natureza privilegiada, sede do Carnaval mais famoso do mundo, cenário habitual de novelas e filmes, tema de dezenas de músicas que vão do Samba à Bossa Nova e que, por quase 200 anos, foi a capital do país. O Rio de Janeiro faz por merecer o título de Cidade Maravilhosa.

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Fora os programas clássicos, como Praia de Copacabana, Corcovado e Pão de Açúcar, existe muito o que fazer no Rio de Janeiro para curtir a cidade como um carioca. Conhecer a verdadeira capital fluminense, essa que se constrói em meio ao ir e vir praiano, belo e caótico, exige sair um pouquinho do circuito básico da Zona Sul.

O que fazer no Morro da Conceição

A Zona Portuária, situada na área central do Rio, remete ao primeiro movimento de ocupação da cidade, no século 16, e abarca locais históricos importantes.

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Foto: Prefeitura do Rio de Janeiro

Um desses lugares é o Morro da Conceição, no bairro Saúde, onde, logo na subida se encontra o Jardim Suspenso do Valongo, um mirante e espaço de lazer projetado em 1906, ideal para curtir programas culturais e aproveitar esse pequeno refúgio situado numa parte cinza da cidade. À frente do Jardim, estão as primeiras favelas do Rio e do Brasil, os Morros do Livramento e da Providência.

Acessando o Morro da Conceição pela face leste, pisamos no mesmo local onde nossos antepassados descarregavam o sal vindo de Portugal. Esse seria, décadas mais tarde, o ponto de encontro de grandes nomes do samba, como Pixinguinha, Donga e João da Baiana.

Estamos falando da Pedra do Sal, onde cariocas curtem um bom samba (gratuito, agradável e democrático) todas as segundas e sextas. Durante uma caminhada pelas ruas do Morro avistamos casas antigas com fachadas coloridas, tipicamente portuguesas, algumas delas abrigando os ateliês de artistas plásticos da região – o que torna a visita mais bacana.

Pedra do Sal
Foto: Fabian Kron

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Ali perto está a Fortaleza da Conceição, um dos pontos estratégicos de defesa da cidade no século 18, após a invasão dos franceses, e que possui uma masmorra, onde ficavam os presos políticos da época, e uma igreja.

A poucos passos fica o Largo de São Francisco da Prainha, cujo destaque é a igreja construída em 1696, pelo padre Francisco da Motta; na frente do templo católico, é possível perceber até onde o mar chegava antes de ser aterrado.

Dê uma passada no Instituto Pretos Novos, memorial localizado num antigo cemitério onde estima-se que entre 20 e 30 mil negros tenham sido enterrados, e no Cais da Imperatriz, um dos lugares mais antigos da região portuária.

O que fazer na Madureira

Que tal conhecer um dos cantos do Rio que inspiram canções? E não estamos falando da Zona Sul de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, mas sim da Madureira de Arlindo Cruz, na Zona Norte, que, segundo o compositor é “o meu lugar, cercado de luta e suor, esperança num mundo melhor e cerveja pra comemorar”.

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Parque Madureira
Foto: Portal Madureira

O bairro é o berço das escolas de samba Império Serrano e Portela, o que já valeria a visita, mas é também lar do terceiro maior parque da cidade, o Parque Madureira, que possui uma área equivalente a 14 estádios do Maracanã.

O local, amplo, arborizado e muito frequentado pelos cariocas, possui restaurantes, arenas culturais, serviço gratuito de bicicletas, pista de skate (uma das melhores do país) e espaços para programações artísticas.

A região também hospeda um dos mais tradicionais bailes do Rio: o Viaduto de Madureira que, além do baile charme, oferece oficinas de dança por meio do Projeto Rio Charme Social.

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Outro ótimo motivo para se aventurar por lá é o Mercadão de Madureira, em funcionamento desde 1914, e que em 2013, com suas mais de 500 lojas, foi declarado Patrimônio Cultural da Cidade.

É muito interessante observar (com uma cervejinha na mão) o movimento, gritaria, alegria e o jeito carioca de levar para casa, pagando bons preços por bebidas, plantas medicinais, materiais para pipas, panelas, carnes, fantasias, frutas, verduras, bijuterias e artigos religiosos. Realmente há de tudo no mais completo shopping popular da cidade.

O que fazer no Centro Histórico do Rio de Janeiro

Que tal apreciar o Rio como um carioca do século 19 e visitar a mais importante rua da cidade da época?

A Rua do Ouvidor abrigava cafés, lojas e livrarias, e também as sedes de jornais da cidade – era para cá que as pessoas vinham, à busca de notícias. Hoje, bares e restaurantes continuam sendo ponto de encontro nesta estreita rua; nas segundas-feiras, por exemplo, rola o Jazz da Ouvidor, no Samba Caffè. Perto dessa via está o Arco do Teles, uma obra do século 18 feita para ligar a Praça XV à atual Rua do Ouvidor.

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Foto: Rodrigo Soldon

Completando o roteiro pelo centro, nada melhor do que um saboroso café no Curto Café, dentro do Terminal Menezes Cortes, uma cafeteria de proposta diferente: aqui é o cliente quem decide que valor deve pagar pela bebida.

Os quadros na parede indicam os valores mínimos – R$ 0,50 no café e R$ 1 o cappuccino –, os custos de manutenção do espaço e o quanto falta para não fechar o mês no vermelho. A relação, totalmente baseada na confiança, está presente inclusive na hora do pagamento, uma vez que o cliente é quem pega o troco.

O que fazer na Zona Sul

É na badalada Zona Sul que estão as melhores praias do Rio de Janeiro e para a região não ficar de fora da nossa lista, dois programas tipicamente cariocas podem fazer parte do passeio.

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_Foto: Pppires_

O primeiro é a agradabilíssima feira da Rua General Glicério, em Laranjeiras. Esse bairro é caminho para quem vai ao Cristo Redentor, mas muitos não reparam que, aos sábados, os carros dão lugar às barracas, e embalados pelo chorinho (tocado por vizinhos amigos), expositores e compradores se misturam na feira que, além de alimentos frescos, vendem flores, artesanato e comida de rua.

Os destaques são a tradicional batida de maracujá, o bolinho de bacalhau feito na hora, o caldo de cana geladinho e a tapioca de recheios variados. São tantas coisas que quase não se volta para casa com o peixe fresco para o almoço.

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Outra feira bem carioca é a da Praça São Salvador, no bairro Flamengo, uma das praças mais democráticas da cidade, palco de manifestações, palestras e debates políticos. Aos domingos, o artesanato, a boa comida, os varais de poesia e a música tomam conta da praça, congregando novos e velhos amigos.

Como estamos no Rio, não pode faltar bolinho de feijoada e boa música, esse último garantido pelo grupo de chorinho Arruma o Coreto que anima a feira com clássicos do gênero. Nos outros dias da semana, especialmente sextas e sábados, os bares que circundam a praça ficam lotados, reunindo os entusiasmados até tarde da noite.

Texto por Gabriella Seixas

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