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O que fazer em Boston: um guia sobre a cidade

Que tal descobrir o Destino Tendência Skyscanner 2019 do mês de outubro? A cidade norte-americana pode render dias de programação intensa, envolvendo história, ensino e esportes. Saiba o que fazer em Boston e deixe o destino te surpreender na sua próxima viagem!
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É verdade que Boston não costuma estar entre os primeiros destinos desejados dos turistas brasileiros. Isso acontece mais por desinformação nossa do que por falta de atrativos da cidade. Afinal, a capital do estado de Massachusetts pode render passeios muito agradáveis, especialmente para quem se interessa por história e por esportes.

Lar de pouco mais de 600 mil habitantes, Boston tem o tamanho perfeito para ser conhecida em 2 ou 3 dias de viagem. Grande o suficiente para oferecer todas as facilidades dignas de uma capital, mas pequena na medida certa para que quase tudo possa ser feito a pé.

Compartilhamos a seguir informações para ajudar você a planejar uma viagem para Boston!

Informações básicas sobre Boston

Dado o tamanho dos Estados Unidos, pode causar certa confusão saber onde está Boston no mapa. A capital do estado de Massachusetts fica na costa leste do país, mais ao norte, numa região ainda hoje chamada de New England, em alusão às Treze Colônias e ao movimento posterior de independência do país.

Passagens em promoção para Boston

Vale lembrar que em Boston, assim como em qualquer outra cidade dos Estados Unidos, a moeda utilizada é o dólar americano (US$) e o idioma falado é o inglês – duas características que podem ser entendidas como facilitadoras. Não se esqueça que para viajar aos Estados Unidos além do passaporte é preciso ter também visto americano.

Como chegar a Boston

Pesquisando com antecedência, é fácil encontrar passagens aéreas baratas para Boston saindo de várias cidades do país. A LATAM é a única companhia a oferecer voo direto entre o Brasil (São Paulo) e Boston. Todas as demais fazem conexão em cidades da América Central ou mesmo dos Estados Unidos.

A partir do aeroporto, distante 6 Km do centro, é fácil chegar a qualquer lugar de Boston. Uma linha de ônibus gratuita parte do aeroporto e leva até a estação de metrô South Station. De lá, por US$ 2,75, se faz baldeação até a estação desejada. As opções mais confortáveis, como táxi, Uber ou carro alugado também estão disponíveis.

Já estando nos Estados Unidos, de avião, o mais comum é comprar um voo a partir de Nova York. A distância de 350 Km também pode ser vencida de ônibus ou de trem.

A diferença não é tanto no tempo de viagem (normalmente entre 3h30-4h30), mas, sim, o conforto e o preço. De ônibus o trajeto chega a custar US$ 10, já de trem, dificilmente sai por menos de US$ 50.

Melhor época para viajar a Boston

Se tiver a chance de escolher quando ir a Boston, prefira vir entre maio e outubro. Embora seja alta temporada, a agenda cultural e esportiva da cidade está a mil e os termômetros marcam temperaturas bem mais amigáveis na primavera e no verão.

Back Bay, charmoso bairro de Boston | Foto de Robbie Shade 

Já no inverno, entre novembro e fevereiro, o clima verdadeiramente congelante costuma afugentar boa parte dos turistas, que dirá brasileiros, nada acostumados a temperaturas abaixo de zero. Em contrapartida, é esse também o período em que os hotéis oferecem diárias com valores abaixo da média.

Onde ficar em Boston

Graças ao diminuto tamanho da cidade, não é muito difícil escolher onde ficar em Boston. Na dúvida, priorize um local que esteja próximo de alguma estação de metrô. Infelizmente, as acomodações não têm preços tão amigáveis quanto em outros destinos em virtude da intensa agenda de eventos de Boston.

Sobre a localização, leve em consideração que:

  • Downtown, por ser o centro de Boston, acaba oferecendo hospedagens de todos os preços.
  • Chinatown e Theather District (próximo ao centro), de visual menos atrativo, abrigam lugares mais em conta.
  • Beacon Hill, o disputado bairro histórico e residencial, tem hotéis mais caros.
  • Back Bay, o charmoso bairro das lojas de grife, é excelente para quem pode investir um pouco mais.

Como sugestão de lugares para quem quer se hospedar sem pagar muito em Boston, encontramos duas opções com bons preços aqui no Skyscanner:

  • HI Boston Hostel a diária sai a partir de US$ 55 – o espírito mochileiro não se faz muito presente em Boston, dado que existem poucos hostels, mas essa é uma opção com bom custo-benefício;
  • Revolution Hotel tem diárias a partir de US$ 110 por quarto e esse é um ótimo preço, considerando a média de valores em outros hotéis 3 e 4 estrelas.

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O que fazer em Boston?

É preciso saber um pouquinho sobre o contexto histórico de Boston para entender a cidade. Em razão da sua localização e do destaque que teve durante o período colonial, Boston se tornou peça-chave da Revolução Americana e da consequente Independência do país.

Dada a importância desses eventos, pode-se entender o significado de Boston para os locais, certo?

No entanto, Boston representa mais que do que esse distante passado. Afinal, duas das instituições mais renomadas do mundo – Harvard e Massachusetts Institute of Technology (MIT) – estão logo na outra margem do rio Charles, em Cambridge.

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Essas universidades e outras tantas de Boston contribuem para o astral próprio de uma cidade de estudantes.

Sabe no que mais Boston é referência? Em esporte! Quem acompanha minimamente as ligas norte-americanas sabe que a cidade tem pelo menos quatro times de destaque: Boston Red Sox (beisebol), Celtics (basquete), New England Patriots (futebol americano) e Boston Bruins (hóquei). Assistir a uma partida de qualquer um deles é uma imersão e tanta na cultura local.

Roteiro em Boston de 1 a 3 dias

Dia 1 – Freedom Trail, Quincy Market, Theater District e North End

A Freedom Trail (“trilha da liberdade”, em inglês) é um caminho demarcado e autoguiado que, ao longo de 4 Km de extensão, passa por 16 pontos de interesse relacionados à Revolução Americana.

Faneuil Hall | Foto de HarshLight

Na rua, um ininterrupto caminho formado por tijolinhos vermelhos marca todo o trajeto. Para brasileiros, percorrê-lo por inteiro e visitar todos os lugares talvez não seja tão atrativo. Os folhetos distribuídos no centro de visitantes do Boston Common, o mais importante parque da cidade e o ponto inicial da trilha, darão conta de identificar o que soa mais interessante.

Dentre prédios governamentais, edifícios históricos, igrejas, cemitérios e monumentos, talvez o mais interessante de tudo seja o passeio pelo centro em si e a oportunidade de aprender sobre acontecimentos tão importantes. Você pode percorrer metade do trajeto, do ponto 1 (Boston Common) ao ponto 11 (Faneuil Hill) e nesse último fazer uma parada estratégica.

Parte do complexo Faneuil Hill é ocupado pelo Quincy Market, um mercado gastronômico repleto de opções de lanches rápidos e saborosos. Pretzel, pizza, sanduíche, cookie, sorvete e outras delicias ocupam os balcões das dezenas de lojinhas.

Venha com fome e com uma dose de paciência extra para lidar com o apinhado de gente que costuma lotar o mercado.

À noite você pode aproveitar para assistir algum musical ou peça de teatro no Theater District, conhecido também como a “Broadway de Boston”.

Se essa programação não lhe agradar, vá ao bairro North End, chamado também de Little Italy em função de restaurantes, padarias e docerias de origem italiana. Não precisa dizer mais nada né? É garantia de comida boa!

Dia 2 – MIT, Harvard e Fenway Park

Basta cruzar o rio Charles de metrô para chegar a Kendall, estação que dá acesso a uma das mais respeitadas instituições de ensino do mundo: o MIT. Essa renomada universidade é dedicada especialmente às ciências e às engenharias, algo que pode ser comprovado numa visita ao pequeno MIT Museum.

Os tours guiados pelo MIT são dedicados especialmente aos potenciais futuros estudantes. Dessa forma, talvez o mais indicado seja perambular pelos jardins e visitar alguns prédios por conta própria.

Não deixe de caminhar até a Memorial Drive, avenida à beira do rio de onde se avista toda a região central de Boston.

Harvard | Foto de Jeff Gunn

Feita a visita ao MIT, é hora de conhecer Harvard,outra universidade de prestígio mundial. Para nós, além da referência de ensino, Harvard é conhecida por causa das personalidades e dos ex-presidentes norte-americanos que aqui estudaram e também em razão dos filmes e séries aqui ambientados.

Dado o tamanho e a complexidade histórica, o mais indicado é fazer um tour guiado por Harvard. Não é preciso fazer reserva para participar dos tours conduzidos pelos próprios estudantes.

A visita gratuita pelos jardins da universidade parte da Harvard Square e dura cerca de 1h; prédios e bibliotecas não estão abertos à visitação.

Se você é fã de esporte e reconhece a importância do beisebol para os americanos, vai gostar de conhecer o estádio Fenway Park, a casa do Boston Red Sox. Caso tenha interesse em assistir a uma partida, saiba que a temporada de jogos vai de abril a setembro. Já a visita guiada pelo estádio está disponível durante o ano todo.

Dia 3 – Beacon Hill, Back Bay e museus de arte

Para vivenciar um pouco mais do cotidiano de Boston, nada melhor do que visitar alguns de seus mais tradicionais bairros.

Beacon Hill, o bairro ao norte do parque Boston Common, ainda na zona central, é conhecido especialmente em função do conjunto arquitetônico. Os prédios de tijolinhos marrons formam um dos cenários mais conhecidos da cidade.

Museu de Belas Artes de Boston | Foto Massachusetts Office Of Travel & Tourism

A partir de Beacon Hill é fácil chegar ao Back Bay, referência em virtude da combinação entre arquitetura vitoriana e arquitetura moderna. Afinal, aqui está tanto a histórica Boston Public Library, espetacular biblioteca de mais de 23 milhões de itens, quanto o moderno Prudential Tower, shopping que abriga o Skywalk Oberservatory, observatório 360º graus no 50º andar.

Esse bairro é referência também em termos de compras. Duas ruas paralelas, Newbury Street e Boylston Street, abrigam dezenas de lojas de grandes marcas em seus prédios históricos.

Se tiver interesse por artes, estique o passeio até o Isabella Stewart Gardner Museum e o Museum of Fine Arts, dois excelentes museus de arte que estão praticamente lado a lado.

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