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Descubra 5 golpes de viagem e saiba como evitá-los

Nosso comportamento de turista fascinado pode se tornar um ótimo chamariz e nos colocar em risco durante as viagens. Preste atenção!

As possibilidades variam de acordo com a vasta criatividade humana, mas muitos golpes têm como finalidade básica furtar a carteira ou qualquer outro objeto de valor enquanto estamos distraídos.

Por isso, a dica de segurança de viagem mais básica é sempre a mesma: use doleira. Aquela bolsa fininha, com elástico e zíper, usada por baixo da roupa vai salvar você de muitas enrascadas!

Outro conselho que raramente falha: siga sua intuição. Desconfie se achar que há motivo para tal, mas não se esqueça de que, ao longo do caminho, você vai encontrar muito mais pessoas dispostas a ajudar do que a tirar vantagem.

Estar por dentro das ciladas mais comuns é sempre um bom começo. Confira cinco golpes de viagem mais comuns e saiba como evitá-los:

1. O taxímetro não funciona

O mais velho dos golpes sempre pode acontecer naquele momento em que precisamos chamar um táxi. Numa cidade desconhecida, aquela suspeita sobre a qualidade do serviço prestado sempre surge. Isso porque muitos taxistas, especialmente nos destinos mais badalados, se aproveitam do desconhecimento do passageiro.

Pode acontecer de o condutor vir com aquela velha história do “o taxímetro está estragado, vamos negociar um preço”, ou, então, simplesmente dar voltas e mais voltas para a corrida custar mais. Mulheres viajantes, especialmente quando estão sozinhas, ainda perigam correr um risco a mais, o de assédio.

Como evitar: Exija o uso do taxímetro em qualquer corrida e, sempre que possível, utilize o serviço de táxi recomendado pelo seu hotel. A internet também está aí para facilitar a vida dos viajantes nesse quesito.

É possível consultar as possibilidades de rotas no Google Maps, desde que se tenha feito download do mapa da cidade previamente. Aplicativos de táxi, Uber e de outros serviços semelhantes também ajudam a ter certeza sobre o valor da corrida.

2. A atração “fechada”

Você chega ao destino sonhado e decide visitar a atração mais desejada. Chegando lá, o lugar parece estar fechado, dada a estranha falta de movimentação de outros turistas. Uma pessoa local se aproxima e o informa de que a atração não abre as portas naquele dia.

Coincidentemente, se oferece para o guiar por outros bons lugares da cidade, mas menos conhecidos, e por um preço bastante amigável. Tempos depois você acaba descobrindo que a atração não estava fechada coisa nenhuma e que o prestativo cidadão ganhava um percentual pelos visitantes que conseguia levar até determinado local ou restaurante.

Como evitar: Atrações muito grandes podem ter mais de uma porta de entrada, e nem todas podem funcionar ao mesmo tempo. Assim, sempre procure pelo portão de acesso principal para ter certeza.

Normalmente as atrações têm mesmo um dia em que permanecem fechadas, mas essa informação pode ser verificada na internet sem grande dificuldade. Não dê bobeira!

3. A blusa suja e a oferta de ajuda para limpá-la

Pode ser numa praça, num mercado ou numa estação de metrô movimentada. Ao caminhar por algum lugar como esse, alguém, “acidentalmente”, derruba alguma coisa na sua roupa e, de imediato, se prontifica a limpar.

No momento em que o leva para outro lugar com tal intuito, outra pessoa se aproveita do seu momento de distração e surrupia sua carteira, celular ou qualquer outro objeto de fácil alcance. Somente tempos depois é que você nota o furto – tarde demais!

Os golpes de viagem desse esquema têm variações, como furto em meio a uma apresentação de rua ou, então, durante a assinatura de um abaixo-assinado.

Como evitar: Quando acontecer algum acidente como esse, recuse a ajuda e siga adiante. Depois, em um ambiente seguro, certifique-se se a sua roupa está mesmo suja e aí sim tome as devidas providências.

4. Souvenir de graça

Andando por lugares turísticos de maneira absorta, alguém o aborda para entregar um pequeno agrado, normalmente um bracelete ou uma pulseira de santinho. Antes que você perceba, o novo adereço já está sendo colocado no seu braço. Se a pessoa de fato conseguir concluir a jogada, vai te cobrar pelo agrado – e dizer que você não pediu não vai adiantar muita coisa…

O mais provável é que ele comece a armar um escândalo e você se sinta coagido a dar alguns trocados em nome da sua paz. Outra vertente conhecida desse golpe é uma singela massagem nos pés na beira da praia, cujo desfecho é exatamente igual.

Como evitar: Esteja sempre atento! No caso de um segundo de distração resultar em algo do tipo, seja firme e negue o pagamento por qualquer serviço prestado que não tenha sido contratado.

5. Conferência dos dados do cartão de crédito

Após mais um extenuante dia de viagem, alguém liga no seu quarto de hotel, fingindo ser da recepção e afirmando haver um pequeno problema com seu cartão de crédito. A situação parece muito verossímil (quem nunca passou por algo do tipo?), assim, você confirma todos os seus dados por telefone.

Na maioria das vezes, esse golpe é aplicado já tarde da noite, para que a preguiça prevaleça e o hóspede não vá até a recepção fazer tal verificação. Final da história? Cartão de crédito clonado!

Como evitar: Nunca, em hipótese alguma, forneça os dados do seu cartão de crédito por telefone. Um problema como esse até pode acontecer, mas o protocolo correto é chamar o hóspede pessoalmente para resolver a situação.

Não caia nessas roubadas! Aproveite e reserve abaixo voos para a sua próxima viagem – com segurança!

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