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15 passeios gratuitos (e incríveis) no Rio de Janeiro

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Se apenas com os voos baratos para o Rio de Janeiro, conhecer a Cidade Maravilhosa já é uma tentação, imagine com a possibilidade de conhecer pontos turísticos sem gastar nada? É possível sim, olha!

1. Trilha da Pedra Bonita

Verde e em plena floresta da Tijuca, a Trilha da Pedra Bonita é procurada principalmente pelos adeptos das trilhas ecológicas, que querem ainda contemplar a beleza carioca de outro ângulo – e que ângulo!

De nível médio, o percurso é íngreme, mas nada que prejudique a caminhada, que dura 30 minutos, em média. A trilha tem início na Estrada das Canoas, em São Conrado, pertinho da rampa de voo livre.

Ao chegar lá em cima, o turista se depara com uma das melhores vistas do Rio de Janeiro, conseguindo admirar toda a Zona Oeste, parte da Zona Sul, a Floresta da Tijuca e a Pedra da Gávea.

2. Pista Cláudio Coutinho

Impossível descrever a sensação deste passeio calmo e tranquilo, com um pano de fundo formado pelo Pão de Açúcar, o Morro da Urca e o Corcovado com o Cristo Redentor lá em cima.

É isso o que você encontra na trilha conhecida como Pista Cláudio Coutinho.

Foto: Carlos Luis M C da Cruz

Antes de chegar à Pista, é preciso passar pela Praia Vermelha, uma das praias do Rio de Janeiro menos conhecidas pelos turistas, mas igualmente bela, se comparada às badaladas Ipanema e Copacabana, com uma vantagem: o toque vintage proporcionado pelas esculturas encontradas ao longo da orla.

Assim que a trilha é alcançada, o silêncio vai tomando conta. Paz de espírito e contato profundo com a natureza são alguns dos benefícios encontrados ao caminhar por essa trilha.

3. Catedral São Sebastião do Rio de Janeiro

O formato cônico da Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro chama a atenção dos visitantes que estão fotografando os Arcos da Lapa na região central da cidade.

Se do lado de fora ela já atrai os olhares para si, do lado de dentro a construção impressiona ainda mais, graças aos vitrais coloridos.

O projeto, assinado pelo arquiteto Edgar de Oliveira da Fonseca, mexe com o imaginário do público, que especula sobre a inspiração do trabalho.

Alguns acreditam que a obra tenha sido inspirada nas naves do Projeto Apollo, como símbolo do futuro, enquanto outros alegam que as pirâmides maias tenham sido a referência do arquiteto.

4. Feira do Rio Antigo

É preciso ter sorte para prestigiar a Feira do Rio Antigo, que acontece apenas uma vez por mês, sempre no primeiro sábado de cada mês.

Quem estiver na cidade durante este período não pode perder a chance de fazer um passeio carregado de cultura em meio a relíquias de diferentes tipos e épocas.

Foto: Caos Carioca

Na rua do Lavradio, feirantes e artesãos expõem seus trabalhos, que são verdadeiras obras de arte, e peças que encantam os que curtem antiguidade.

No final da rua cercada por barracas, há uma praça de alimentação bem movimentada e animada por música ao vivo, para finalizar o passeio em grande estilo.

5. Samba do Ouvidor

O samba faz parte da alma carioca e para sentir toda a essência do estilo que ganhou o mundo, a melhor sugestão é passar o fim de tarde e começo de noite na Rua do Ouvidor, no Centro Histórico do Rio.

Foto: Nico Kaiser

A festa ao ar livre acontece dois sábados por mês e é um passeio diferente para fazer no Rio de Janeiro e, de quebra, conhecer melhor um pouco da cultura local.

Além do samba, vale a pena saborear as delícias gastronômicas da região para ter uma noite completa, regada à alegria, música e calor humano.

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6. Centro Cultural Banco do Brasil

No Centro do Rio de Janeiro e em um antigo prédio, o Centro Cultural Banco do Brasil é um dos protagonistas na empreitada nada difícil de tornar a cidade ainda mais atraente.

O espaço voltado a exposições foi inaugurado em 1989 e desde então conta com uma programação diversificada.

Foto: Giselle Gurgel

São três teatros, duas salas de cinema e variadas galerias e salas de exposição, além da biblioteca e acervo histórico.

Este último transforma algumas divisões do Centro Cultural em verdadeiros museus, com peças antigas ali mantidas há mais de um século e documentos que servem como registro do lugar.

7. Museu Nacional de Belas Artes

A dica para não pagar entrada é visitar o Museu Nacional de Belas Artes aos domingos – durante a semana é cobrado um valor de R$ 8.

Um dos melhores museus do Rio de Janeiro, tem acervo formado por mais de 70 mil peças de diferentes estilos, como pintura, escultura, desenho e gravura.

As obras são assinadas por artistas brasileiros e estrangeiros, e representam variados períodos, de séculos anteriores até a contemporaneidade.

Na biblioteca, estão reunidos importantes exemplares de literatura especificamente direcionada às artes plásticas.

8. Paço Imperial

Herança do século 18, o Paço Imperial é uma das construções coloniais mais importantes do país.

Antes da Independência, foi Casa dos Governantes, Paço dos Vice-Reis e Paço Real até ser oficializado como Paço Imperial, logo depois de setembro de 1822.

Hoje, é um importante centro cultural, onde acontecem amostras e exposições dos mais variados estilos – pintura, fotografia, cinema, música e teatro. Além disso, tem uma biblioteca de arte e arquitetura e várias lojas, como livraria, disqueria e restaurante.

9. Biblioteca Nacional

A Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro está na lista das bibliotecas mais bonitas do mundo e, por isso mesmo, não encanta apenas os apaixonados por livros, fascina também os mais ligados em arquitetura.

O estilo arquitetônico é resultado da mistura de vários elementos, tanto de art nouveau e neoclássico. Suas prateleiras, salas e escadarias transportam o visitante a outras épocas, garantindo um passeio agradável.

Ao lado do Museu Nacional de Belas Artes e do Teatro Municipal, forma um conjunto arquitetônico e cultural de grande valor.

10. Theatro Municipal

Majestoso e imponente, assim pode ser definido o Theatro Muncipal do Rio de Janeiro.

Instalado em frente à estação da Cinelândia, tudo nele chama a atenção: as cúpulas pintadas em um tom esverdeado, as esculturas talhadas em bronze, os enormes pilares, as belas escadarias, os lustres e, claro, o palco principal com a plateia e os camarotes.

Foto: Guilherme Lobo

O valor da entrada é R$ 10 e mesmo não sendo gratuito vale o pequeno investimento no passeio.

Durante as visitas guiadas, que acontecem de terça a sábado, o turista conhece todos os detalhes de sua construção, as principais instalações e a sua história.

11. Parque das Ruínas

A subida ao bairro Santa Teresa já valeria a pena somente pelos seus casarões antigos e ateliês de arte.

No entanto, algumas atrações justificam ainda mais a visita a esse tradicional bairro – como o Centro Cultural Parque das Ruínas, palco de atividades musicais, teatrais e circenses, e que possui também um café e um mirante, de onde se avista o Centro, a Lapa e todo o contorno da Baía de Guanabara.

Foto: Wikimapa

No início do século passado, o casarão que hoje abriga esse centro cultural foi residência de uma das maiores mecenas das artes do Rio, Laurinda Santos Lobo.

Constantemente, a agitadora cultural promovia encontros em sua casa, recebendo personalidades como o compositor Heitor Villa Lobos, a pintora Tarsila do Amaral e a bailarina Isadora Duncan.

Recentemente, o centro cultural ganhou uma nova atração, o Parque Musical, um playground com seis instrumentos que, a fim de estimular a imaginação e a escuta, poderão ser tocados por qualquer visitante.

Aproveite a visita para conhecer, logo ao lado do parque, o Museu Chácara do Céu, antiga moradia do colecionador de arte Castro Maya, cujo acervo é composto por originais de Debret, Matisse, Degas, Miró, Guignard, Di Cavalcanti, Iberê Camargo e Portinari.

12. Mureta da Urca

Contemplar a paisagem da Baía de Guanabara a partir da Mureta da Urca, muro baixinho que costeia as avenidas João Luís Alves e Portugal, é um programa concorrido e tipicamente carioca.

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Os arredores do Bar Urca, ou ainda um pouco antes, se tornaram um ponto de encontro para comer e beber ou apenas para jogar conversa fora.

O diferencial aqui é que você pega o pedido no balcão de algum dos bares ou das padarias locais, atravessa a rua e se senta na mureta para admirar a vista. A paisagem é tão apreciada que já rendeu a estabelecimentos daqui o título de melhor visual do Rio.

13. Estátuas e suas histórias

Estátuas de alguns dos ícones da música brasileira estão espalhados pelo Rio, normalmente em endereços que têm relação direta com a história de vida desses compositores.

No calçadão de Copacabana, Dorival Caymmi saúda os transeuntes com o violão nas mãos, próximo à vila de pescadores, tema recorrente das canções do baiano que se inspirava no mar.

Foto: Rodrigo Soldon

Em Ipanema, Tom Jobim, que vivia e compunha sobre a cidade a partir da sua vivência na Zona Sul carioca, também foi imortalizado.

No Leme, Ary Barroso, autor de “Aquarela do Brasil”, ganhou uma estátua na porta do restaurante La Fiorentina, local que frequentou assiduamente nos 40 anos que viveu na região.

Distante da orla, outros nomes da música também foram homenageados: Pixinguinha toca sax na Rua do Ouvidor, endereço onde costumava se reunir com os amigos; Renato Russo canta na Ilha do Governador, local onde nasceu; Noel Rosa está sentado numa mesa de bar na Vila Isabel, um dos redutos do samba carioca; e Ismael Silva, fundador da primeira escola de samba do Brasil, está eternizado no Estácio.

Não se trata de um cantor brasileiro, mas é impossível deixar de mencionar a homenagem a Michael Jackson, no Morro Santa Marta. A favela, cenário do clipe “They Don’t Care About Us”, de 1995, proporciona uma vista privilegiada da cidade. E é preciso lembrar que a mais famosa estátua do Rio não é de um músico, mas sim de um escritor, a de Carlos Drummond de Andrade, que observa serenamente o caminhar das pessoas no calçadão de Copacabana.

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14. Cachoeiras do Horto (Horto/Jardim Botânico)

Nem só de praia vive o carioca. E não é de se estranhar: uma cidade cercada de morros e riachos haveria de ter também inúmeras quedas d’água.

Elas existem e estão em diversos pontos do Rio. Mas um circuito bem especial é o das cachoeiras do Horto, na Zona Sul. Uma sequência de quedas d’água e poções, dentro dos limites do Parque Nacional da Tijuca.

Foto: Kenner

Acessadas pelo bairro do Jardim Botânico, as cachoeiras do Horto são uma ótima alternativa às praias lotadas, sobretudo no verão. As mais conhecidas – cachoeiras do Chuveiro, da Gruta, dos Macacos, dos Primatas – estão a apenas uns 15-30 minutos de caminhada, a partir da entrada das trilhas, na Estrada Dona Castorinha. É fácil chegar de ônibus ou carro, mas não de estacionar.

Um banho nas cachoeiras do Rio de Janeiro é revigorante! E, nesse caso, um tanto inusitado, dada a proximidade destes paraísos da floresta nativa com o corre-corre das ruas e avenidas dos bairros de alta densidade demográfica ao seu redor. Enfim, coisas do Rio.

15. Instituto Moreira Salles / IMS – Rio (Gávea)

Fotografia, música brasileira, literatura e cinema reúnem-se nesse casarão modernista que repousa sobre um terreno de 10 mil metros quadrados, emoldurado pela Mata Atlântica e pelo paisagismo de Roberto Burle Marx, no bairro da Gávea.

Foto: Halley Pacheco de Oliveira

Seria apenas mais um centro cultural como outro, não fosse o IMS-Rio um verdadeiro oásis de beleza e tranquilidade na cidade.

As exposições são sempre maravilhosas, o café/restaurante, um show à parte, e a curadoria do cinema, para lá de especial. E, como não é assim tão conhecido, o lugar (onde até o estacionamento é gratuito, raridade hoje em dia) terminou por tornar-se uma joia rara para os que o descobriram.

Não tem erro, conjugue o programa cultural com um passeio pelos jardins após uma refeição no Café Galeria, antiga cozinha da residência dos Salles. Experimente e você ainda vai se lembrar deste post!

Texto com colaboração de Daniel Marinho e Gabriella Seixas

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